quarta-feira, 13 de maio de 2020

CHALANA SERÁ ETERNO

Chalana foi um dos melhores jogadores portugueses de todos os tempos e, por acréscimo, da Europa também. O que fez no Benfica e também na selecção nacional, com destaque para o Europeu de 1984 disputado em França, jamais será esquecido. 

É por isso que de vez em quando devemos relembrar o que o pequeno genial fazia dentro das 4 linhas. Chalana atravessa uma fase de saúde menos boa, há que rezar por melhores dias. Força Chalanix!

 

terça-feira, 12 de maio de 2020

UMA CONQUISTA ÉPICA

Foi uma final da Taça de Portugal bem disputada, o Benfica distraiu-se com a conquista do campeonato e os azuis de Belém carregaram no acelerador. Vitória com toda a justiça da 'rapaziada' de Marinho Peres.

 

segunda-feira, 11 de maio de 2020

O MELHOR CENTRAL QUE JOGOU NO SPORTING

De todos os centrais que vi jogar com a camisola dos leões, este central foi o melhor na minha opinião. Sem este homem, o Sporting nunca teria sido campeão em 2000 (18 anos depois do último título) e muito provavelmente também em 2002.

 

UMA BELA EMBRULHADA

UM BENFICA DE ALTO GABARITO

Uma época difícil para o Benfica a todos os níveis, mas que culminou com um enorme festival de futebol e de golos no Jamor. 

O Benfica tinha iniciado a época com Ivic, mas as condições financeiras e as ideias do técnico jugoslavo não estavam a ter sucesso. 
Quem não se lembra da redução do terreno de jogo?! Enfim...não era por aí, os ordenados em atraso e as escolhas de Ivic para o 'onze' a ir a jogo também não eram as mais convincentes, em muitos jogos, de cariz defensivo e aquela gente só sabia jogar para a frente e, bem. 
 Em Janeiro/Fevereiro chegou mais uma estrela - Paulo Futre. 

Com Toni a 'coisa' foi diferente para melhor. Já não deu para vencer o campeonato (FCP 54 pontos e SLB 52) mas deu para brilhar com a conquista da Taça de Portugal ao grande Boavista de Manuel José. 

Adiante, quem não viu, que veja agora este espectáculo no Jamor.


 

domingo, 10 de maio de 2020

BENFICA: A QUEDA E O DESPERTAR DA ÁGUIA




 Fonte: DF Um

FC PORTO 19 ANOS SEM SER CAMPEÃO

Foi o maior jejum de títulos da história do futebol português no que concerne a campeonatos nacionais ganhos, jejum este, que pode ser batido pelo Sporting caso não se sagre campeão nacional na próxima época.

 

MARADONA EM ALVALDE

Foi um dia épico no antigo Estádio de Alvalade com a visita do Nápoles e de Maradona, o melhor jogador do mundo na altura. Saudades deste tipo de reportagens, em que se fazia muito com pouco.

 

sábado, 9 de maio de 2020

DOSE TRIPLA

AS BALELAS DA DEGOLA



Embora pareça, o futebol profissional em Portugal não se reduz nem às aspirações, nem às expectativas, nem aos objectivos do Benfica, FC Porto e Sporting. E enquanto isso não for assumido pela FPF e pela Liga, fica mais difícil diminuir o impacto dessa macrocefalia e, com essa redução, tornar o futebol português mais equilibrado e também mais democrático.
O futebol profissional, em Portugal, reflecte um mapa competitivo assimétrico e as decisões relacionadas com a crise pandémica, que envolveram Governo, FPF e Liga, demonstraram o mais puro desprezo pelos clubes pequenos, quer os do campeonato de Portugal, quer os da 2.ª Liga.

As injustiças obedeceram a dois tipos de ditadura:
1) A ditadura das operadoras de telecomunicações, a defenderem escrupulosamente os seus interesses, uma vez que se tornaram nos principais ventiladores do futebol profissional;
2) A ditadura dos três principais emblemas nacionais, que pressionaram o Governo até ao tutano, os únicos a terem assento personalizado na reunião com o primeiro-ministro e com outros membros do executivo, o que desde logo correspondeu à assumpção, até orgulhosa, de uma discriminação difícil de aceitar.

Se quisermos utilizar uma linguagem prosaica, a NOS, a Altice e a Vodafone disseram sem sofismas: meus amigos, façam lá como quiserem, ponham a máscara ou tirem a máscara, metam ou não desinfectante nas mãos, nas bolas e nas chuteiras, arranjem ou não estádios que tenham balneários suficientes para lá meter os jogadores que vão a jogo, arranjem ou não autocarros suficientes para os fazer deslocar, com ou sem viseira, façam lá como quiserem, mas joguem, acabem lá o campeonato, porque nós não podemos andar aqui a meter o dinheirinho e a ver a banda (não) passar…

Só faltou dizer: pela vossa (e nossa) saudinha, façam isso, porque os milhões não caem do céu e até o céu já não é tão confiável como era antes. ‘Business is business’ e não é a jogar PlayStation que NOS (e os outros) podemos garantir os V. ordenados.

Os ‘grandes’ do futebol português, extraordinariamente sintonizados nesta matéria, por necessidade, mas também porque há títulos em jogo, não deixam qualquer margem de manobra seja a quem for, e sentem a fragilidade do poder político, qualquer coisa assim a modos que ancestral, velha e relha, como se fosse uma regra constitucional. Que não é, sublinhe-se bem.

Com o fim do estado de emergência, mas ainda assim a entrarmos no corredor do estado de catástrofe, a malta - perdoe-se-me a expressão - desconfina-se, e se a malta é atirada para o desconfinamento, numa exposição generosa e simpática ao vírus, por que razão o futebol não se deve também desconfinar e mostrar alguma simpatia ao vírus, que até é bonzinho, na visão de muitos especialistas?

De resto, o presidente do Sporting, Frederico Varandas, único médico entre presidentes dos ‘grandes’, é um grande entusiasta no processo de conquista da imunidade e disso deu conta a António Costa e aos governantes na célebre reunião em que o presidente da Liga esteve quase para não entrar (!), entusiasmo esse acompanhado por imperativos e exigências de natureza financeira.

Varandas sabe que a pandemia apenas veio acelerar e denunciar as más práticas de gestão e os desequilíbrios na distribuição de receitas.

Este halo de pré-falência, numa indústria que faz movimentar milhões de euros, é arrepiante, e o discurso de Frederico Varandas, neste tempo de Covid, mostra bem que o actual ‘modelo de negócio’ está esgotado, porque não promove qualquer tipo de saúde financeira.

A propósito, não creio que o facto tenha sido público, mas na reunião de direcção da Liga durante a qual ficou decidida a despromoção do Cova da Piedade e do Casa Pia, impedidos de lutar em campo pela manutenção no escalão secundário, o presidente Pedro Proença, sempre num tom agitado e bastante audível, afirmou que "se a Liga NOS não acontecer, não é a Liga que entra em insolvência; é o futebol português que entra em insolvência. Não tenham dúvidas disto!"

Pedro Proença afirmou, inclusive, que se não houver retoma do campeonato, e com o futebol "no limite das nossas capacidades", não via outro cenário senão "uma intervenção estatal", com "injecção de capital".

Tudo enquadrado naquilo que apelidou, financeiramente, de "esforço brutal" (repetiu o adjectivo ‘brutal’ várias vezes) nas medidas de ajuda-Covid aos clubes da LigaPro e num ambiente em que "ninguém se consegue financiar", chamando a atenção para o comportamento pós-troika da Banca em relação ao futebol.

Quer dizer: o que resta do principal campeonato tem de se realizar, dê lá por onde der, porque é a única forma de as operadoras bombarem ‘oxigénio’ nas tubagens dos clubes profissionais…

Este reconhecimento de pré-falência e a autodenúncia de que o futebol não é auto-suficiente, levou, no entanto, a que a FPF e a Liga impusessem "critérios desportivos" de promoção e despromoção que são um atentado à integridade e à respeitabilidade dos clubes.

A FPF não conseguiu ser coerente (ou havia promoções/despromoções em todas as situações ou não havia para todos) e a Liga também não conseguiu dissuadir o Governo de promover uma clara discriminação no futebol profissional entre o primeiro e o segundo escalões.

O que aconteceu no Campeonato de Portugal é uma aberração.
Nunca vi, em nenhuma prova nacional ou internacional, quando estão em causa apuramentos resultantes de desfechos em séries diferentes, premiar-se as equipas que tenham somado mais pontos, no conjunto, ao fim de um ciclo de prova.

O que se fez ao Praiense, de Angra do Heroísmo, é uma coisa que não se faz a ninguém. Confundir pontuações em séries diferentes não é uma coisa séria. E deixar para trás uma equipa que liderava a série e tinha 11 pontos de vantagem e menos derrotas do que as equipas promovidas, não se pode deixar de considerar como um dos maiores atentados à verdade desportiva na história do futebol português.

E por isso não posso aceitar que a Covid-19 sirva para proteger os poderosos em detrimento dos mais fracos. Isto não é justiça (a crise pandémica não justifica tudo) e, por isso, não quero deixar de me associar à revolta sentida pelo Praiense, Olhanense, Real Massamá, Fafe, Lusitânia de Lourosa, Benfica e Castelo Branco, mas também pelo Cova da Piedade e Casa Pia.
A hipocrisia dos fundos de compensação e a simples ideia de alguém ter pensado em retaliar perante eventuais impugnações, numa chantagem inadmissível, diz bem como é possível manobrar o futebol português em nome dos interesses maiores. Não venham é fazer-se de sonsos e fingir que, assim, se protege a verdade desportiva. Balelas!

MOZER, VALDO E DIAMANTINO NO QUARENTENA

quinta-feira, 7 de maio de 2020

MANUEL VILARINHO E A QUARENTENA

Manuel Vilarinho também teve no Benfica de Quarentena. Vale a pensa assistir a esta conversa com o homem que resgatou o Benfica das mãos de João Vale e Azevedo. 

Vilarinho foi durante três anos presidente do Benfica, já tinha sido em décadas anteriores dirigente do glorioso, mas foi como presidente que fez o trabalho que era necessário para Vieira pegar nos destinos do clube e ir por aí fora...até hoje.


 

quarta-feira, 6 de maio de 2020

O SENHOR MANOLO VIDAL

Já recordei alguns presidentes de clubes que marcaram o futebol português, mas também é importante recordar alguns dirigentes que estavam na sombra e que foram muito importantes para esses clubes serem campeões. 

Hoje, destaco um homem que esteve directamente ligado aos últimos campeonatos ganhos pelo Sporting, um ser humano de enorme nível, tal como Shéu no Benfica, o Sporting teve muito antes Manuel Ollero Vidal. Manolo Vidal foi futebolista no Sporting e mais tarde, entre muitos cargos que exerceu, foi um chefe de departamento de futebol e director desportivo de enorme preponderância.

Desapareceu do mundo dos vivos em 2012 com 82 anos e após doença prolongada. Que continue a descansar em Paz, foi uma personalidade que engradeceu o futebol português e o Sporting em particular. 

 

Bardamerda para a maioria dos analistas

  Ansioso para ler e ver o que tem a dizer os 'cientistas da bola', depois de anteontem o Barcelona ter 'empacotado' 8 batat...