quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

O Sporting de Malcom Allison e não só...

Uma época que ainda não foi esquecida pelos sportinguistas e pelos amantes do futebol em particular. A época de 1981/82 terminou com a 'dobradinha' do Sporting (campeonato e Taça de Portugal). Mais tarde ainda viria a Supertaça Cândido de Oliveira.

Só para que saibam😜, o trio da frente era composto por António Oliveira, Manuel Fernandes e Jordão. Consultar todo o plantel aqui.

Ainda sobre esta época, há um excelente livro - 'Big Mal & Companhia' - do Gonçalo Pereira Rosa que aconselho vivamente, onde o autor desvenda histórias incríveis deste Sporting campeão em 1982. 
Podem também consultar excertos do livro, aqui.

Em baixo uma crónica do site zerozero.pt e alguns vídeos dessa época (recepção ao Benfica e FC Porto em Alvalade para o campeonato e a final da Taça de Portugal. 

Depois de uma época mal conseguida, João Rocha fora a Inglaterra buscar Malcom Allison para liderar o projeto leonino. 

Resgatando António Oliveira do exílio penafidelense, o Sporting formou um tridente ofensivo com Oliveira, Jordão e Manuel Fernandes, que ajuda a explicar os 66 golos apontados em trinta jogos. Apenas três derrotas sofreu o leão ao longo da prova, no Bessa (como tantas vezes antes e depois) e em Portimão, sobrando a última jornada para as Antas, já com o Campeonato conquistado. 

Os leões - que venceriam também a Taça e depois a Supertaça - festejavam assim o seu 16.º título de Campeão, sem imaginar que passariam longos dezoito anos sem voltar a levantar o troféu. 

O Benfica segurou o segundo lugar, a apenas dois pontos dos leões e um à frente do FC Porto, mas o grande destaque da classificação vai para o Belenenses, que era até então, juntamente com Sporting, Benfica e Porto, totalista de presenças na primeira divisão. Uma época desastrosa, conduziu o clube da Cruz de Cristo a um 15.º lugar, que custou a despromoção, acompanhando o Académico de Viseu e a União de Leiria na descida à Segunda Divisão.
daqui


 

Ano novo, porto velho...

…não confundir com ano novo, fruta velha.

 
(FJM, um homem 'excitado' nas últimas horas)


Quero, aqui e agora, recordar que, a maior parte do 'armamento' culpabilizador que irá voltar a ser utilizado pelo 'Ministério Público' no processo E-Toupeira e afins, assenta numa mão cheia de nada e outra de coisíssima nenhuma. Refiro-me, claro está, às consequências negativas para a Benfica SAD e no que se joga dentro das 4 linhas,


Esquece-se Francisco J Marques que actualmente isto não é como no tempo apito dourado, em que as 'escutas' foram consideradas nulas no processo que poderia ter punido e afastado definitivamente do dirigismo desportivo um dos seus 'chefes'. Falo, obviamente, de Jorge Nuno Pinto da Costa. 


É assim que o responsável máximo pela comunicação do FCPorto tem-se movido nas últimas horas: sempre em zigue-zague e fugindo dos pingos da chuva quando os adivinha mais grossos.

Pepe e Bruno Alves



É sempre de louvar quando os bons jogadores regressam aos clubes que os projectaram, é o caso deste regresso de Pepe ao FC Porto. Um excelente jogador que, por vezes, perdia a cabeça, tal e qual ao companheiro de defesa Bruno Alves.
Uma bela dupla, mas que quando actuavam juntos eram um terror para os jogadores contrários. Refiro-me ao futebol cá do burgo, claro está, pois pela selecção a 'impetuosidade' destes dois jogadores nada tinha a ver com a que exibiam quando representavam o FC Porto.
Por acaso alguém reparou nesse pormenor?! Ah pois é?!,...porque será? Enfim...espero e desejo que tudo corra bem melhor a esse nível neste regresso ao FC Porto.

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Luís Castro só depois dos jogos com Benfica

Tudo leva a crer que Luís Castro será mesmo o próximo treinador do Benfica. O treinador português terá 'posto como condição' orientar o Vitória até ao final deste período de dois  jogos com o Benfica (taça e campeonato). 

Resta saber se Luís Filipe Vieira e a SAD encarnada terão paciência para aguardar todo esse tempo. Tudo indica que sim! 


Deixo em baixo alguns vídeos sobre este treinador, a sua ideia de jogo e não só. Não mudou praticamente nada desde essa entrevista do site zerozero na época passada. Era uma excelente escolha para o Benfica.


Vieste aqui encomendado pelo Benfica



Quando são ex-jogadores profissionais, neste caso, actual dirigente do Sporting, a proferir tais palavras para um árbitro, o que esperam dos adeptos?!
 
Que sejam menos fanáticos nos cafés e nas redes sociais?! Impossível, isto está alastrando como nunca antes visto.

Mourinho não vem para o Benfica





Se dúvidas houvesse, elas hoje ficaram dissipadas no último parágrafo deste artigo de opinião de um dos assessores do Special One - Eládio Paramés. 

Mourinho e outros


O início do ano futebolístico ficou indelevelmente marcado pelos treinadores. Uns saíram, outros entraram, uns mostraram facetas desconhecidas, outros fizeram opções, uns permaneceram em silêncio, outros não se contiveram na crítica… 

No jogo do ano em Inglaterra, Guardiola recebeu e derrotou Klopp, mas além da boa partida de futebol que se viu no Etihad, também ficaram gravadas as imagens do 'bus' de dois andares que o catalão estacionou diante da sua baliza - ele que se gaba e é gabado por ser um treinador ofensivo - e pelo comportamento agressivo e condenável junto do quarto árbitro. 

Ou seja, afinal quando é necessário, perante um rival mais poderoso, Pep não tem rebuço em utilizar todos os meios para defender um resultado. 
E quanto à pressão exercida sobre a equipa de arbitragem… parece que ninguém da FA a viu. 

Sam Allardyce, atualmente sem clube após a saída do Everton, lembrou-se de 'anunciar' o próximo despedimento de Marco Silva. Tendo em conta que Big Sam tem um currículo 'recheado de triunfos' mais valia ter estado calado. E Marco deveria tê-lo deixado a falar sozinho.

Leonardo Jardim decidiu partir para a China. A opção não é criticável, está no direito de ter feito esta escolha, pois foi ganhar muito dinheiro. Mas é pena, porque um bom treinador como ele é pode ter hipotecado a possibilidade de fazer uma bela carreira na Europa. E quer se queira, quer não, ainda é a Europa que 'manda' no futebol. 

Há menos tempo, Mourinho foi despedido. Cinicamente, como então escrevi e que agora ainda com mais sustentação repito, pois os resultados alcançados pelo M. United nas cinco partidas seguintes comprovam-no. Eram, de facto, cinco jogos para ganhar. E foram ganhos com facilidade. Mas esperemos pelo futuro. 

Um futuro que, para Mourinho, nos anos mais próximos, não passa pelo regresso a Portugal. 
Algo que, infelizmente, parece ainda haver quem não tenha entendido.


segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

FC Porto soma e segue na frente da classificação

«Tombadela do Sporting»

O Vieira vai à Cristina



Esta é a mensagem (a foto é do google😛) que se lê na publicação de Cristina Ferreira no Instagram: “É o homem que milhares de portugueses querem ouvir. Comanda os destinos do Benfica há mais de uma década. Casado há mais de quarenta anos. Dois filhos. Uma vida para contar. E, talvez um treinador para anunciar”. 

É já daqui a pouco que o presidente do Benfica estará presente no novo programa de Cristina Ferreira na nova casa - a SIC.

domingo, 6 de janeiro de 2019

Só falta o Vieira...

...foi o que se ouviu hoje durante alguns minutos por uma das claques do SLB. 

Num dia em que muita gente pensava que deveria ser de comunhão entre adeptos e equipa, alguns adeptos marcaram a sua posição. 

Em relação ao jogo de hoje, deixo em baixo o resumo do mesmo. Só tive oportunidade de assistir à primeira parte e, como tal, não posso me alongar em muitos comentários. 


Aguardando pelo Benfica - Rio Ave

Sérgio Conceição, o Homem do Ano de 2018

Para quem não teve oportunidade de assistir, aqui fica a entrevista de Sérgio Conceição à Bola TV

Sérgio Conceição foi considerado o treinador do Ano 2018 pelos três diários desportivos deste País.


 

Fonte: Bola TV

De regresso às vitórias

sábado, 5 de janeiro de 2019

Pinto da Costa continua dono disto tudo

Aqui fica um documentário para não cair no esquecimento. Pinto da Costa e sua 'entourage voltaram a comandar o futebol cá do burgo, só não o fizeram na última meia dúzia de anos, tempo em que o Benfica conseguiu dominar o sistema. 

Uma pena que seja necessário práticas menos correctas para 'singrar' no futebol português. Não basta ter boas equipas e bons treinadores, não basta jogar melhor, pelos vistos, continua a ser necessário controlar o que não deveria ser controlado. 


Vieira, o tugo-esperto... da iluminação



Aqui vos deixo um polémico artigo de opinião de Rui Santos no Jornal Record. O Rui, como todos nós, tem coisas boas e outras menos boas, concordo mais vezes com ele do que discordo.
Aguardo serenamente pela Liga da Verdade no Tempo Extra da próxima terça-feira. Aliás, aguardamos todos. Sei que a 'coisa promete'.
Rui Santos, no Jornal Record:
Rui Vitória deixou o comando técnico do Benfica. A decisão era há muito esperada e pecou por tardia.
Se Rui Vitória já nada tinha para dar ao Benfica, a verdade é que o Benfica já se encontrava em esforço para dar mais alguma coisa a Rui Vitória.

A relação há muito que estava esgotada. Era uma questão de tempo e mesmo a visão da ‘luz’ não passou de um artifício para se ganhar algum tempo na definição e na caracterização do ciclo pós-Rui Vitória. Foi um ‘tiro (mal calculado) de conveniência’, que se revelou absolutamente ineficaz.
Rui Vitória não era um extraordinário treinador quando chegou ao Benfica e não sai da Luz como um extraordinário treinador. Sai da Luz com uma extraordinária experiência, que lhe será útil noutros ciclos profissionais e só eventualmente conseguirá algum reconhecimento e destaque quando deixar de ser o ‘treinador bonzinho’, que todos admiram pela sua educação e carácter.
Aliás, há três anos e meio, o Benfica contratou o ‘treinador bonzinho’, com provas dadas de competência, e não o ‘treinador competente’, com qualidade suficiente para se tornar num extraordinário treinador.

Há três anos e meio, o Benfica precisava de um treinador que fosse a antítese de Jorge Jesus. Na Luz, Jorge Jesus era o treinador que não ouvia a estrutura e nem queria saber se A ou B compunha a estrutura. A estrutura era ele, em estreita relação com Luís Filipe Vieira. Jogava quem o treinador achava que tinha condições para jogar e essa coisa de colocar os jovens da formação do ‘onze’ não poderia ser nem uma obrigação, nem algo forçado ou meramente induzido.

O presidente do Benfica, naquele momento, achou que era tempo de abalizar a estrutura e tentou  ejectar Jorge Jesus sem dor e até com algum ‘carinho’. A coisa saiu-lhe mal e Jesus acabou no Sporting. Era preciso arranjar um treinador que ouvisse e respeitasse a estrutura e, mais do que isso, se convertesse rapidamente na extensão dessa mesma estrutura. E um treinador que não fizesse ‘peito’ à estrutura só podia ser um ‘treinador bonzinho’. Logo, Rui Vitória.

Luís Filipe Vieira é um ’self-made man’, com faro para o negócio, mas foi desenvolvendo ao longo dos anos o seu lado político. Todavia, o autoconvencimento de que é capaz de controlar tudo e todos, utilizando um tacticismo — como lhe chamar? — tugo-esperto, tem-lhe trazido alguns dissabores.

Tentou ser tugo-esperto quando queria desembaraçar-se de JJ sem estrondo. Ia para a Ásia e pronto.

Todavia, porque era importante manter a presidência intacta, permitiu que a ‘máquina de comunicação’ do Benfica, na qual se inscrevem um conjunto de ‘utilitários’ que só fazem mal à imagem da grande instituição chamada Sport Lisboa e Benfica, derretesse a imagem de Jorge Jesus.

Tentou ser, de novo, tugo-esperto, na jogada de maquilhada protecção a Rui Vitória para ver se conseguia, de facto, recuperar Jorge Jesus, a sua prioridade, mas a tugo-espertice de há três anos e meio acabou por ter um efeito contraproducente.

Agora, com a estrutura menos forte e mais dividida, quando quis reabilitar Jorge Jesus (de quem nunca perdeu o apreço profissional e até pessoal), o feitiço virou-se contra o feiticeiro: muitos adeptos do Benfica, muito por força dessa campanha que lhe foi movida, não querem ouvir falar em Jorge Jesus. As ‘tugo-espertices’ naturalmente pagam-se caras. Pode levar tempo, mas uma tugo-espertice raramente apaga o efeito de outra tugo-espertice.

Sem Rui Vitória e praticamente ‘sem’ Jorge Jesus, Luís Filipe Vieira precisa de novo de um treinador que o proteja. Quer dizer, o Benfica deixou de precisar de um treinador para proteger (de outro treinador) para necessitar de um treinador que proteja a imagem do presidente. É aqui que se encaixaria José Mourinho, mas é natural que Mourinho tenha outros planos, e antes de segunda-feira, data oficial da ‘caça’ ao novo treinador, já há vários planos perdigueiros a concorrer entre eles… O plano A, B, C, D - e por aí adiante…

O melhor dos planos perdigueiros era recuperar Jorge Jesus no final da época, com Rui Vitória a fazer de treinador-embrulho até Junho, e daí a tentativa de o credibilizar como ‘o treinador do projecto’. Mas, como se viu, o essencial não mudou. Não mudou a qualidade de jogo e, nesse período da ‘iluminação’ (patrocinado pela luz-led de Vieira), a equipa jogou sempre muito menos do que a qualidade do plantel sugere ou projecta.

Quando, no ‘ciclo da iluminação’, isto é, no ‘ciclo-luz-led-de-Vieira, a única coisa que muda é a cor da gravata, deixando de ser às riscas, para ser vermelha lisa, alguma coisa está de facto errada. Ferreyra e Castillo já não faziam parte das opções quando ecoou a promessa de mudança e o o futebol continuou como a primeira gravata: listrada, como um ecrã de televisão (dos antigos) cheio de interferência. Pedimos desculpa por esta interrupção, o futebol do Benfica segue dentro de momentos.

O futebol do Benfica precisa de mudar muito mais, para além da gravata.

O CACTO - A estrutura e a jibóia

… E o FC Porto a 7 pontos, com um Sporting ‘esfarrapado’ no 2.º lugar da Liga e com o SC Braga na 3.ª posição. É neste contexto (com 15 jogos realizados, na Liga) que Rui Vitória deixa o Benfica. Deixa o Benfica sem uma ‘ideia de jogo’ bem definida e deixa o Benfica com a imagem desgastada, muito por força da protecção que a certa altura deixou de lhe ser dada, com abundância de fingimentos.É preciso dizer, no entanto, que o problema do Benfica não se esgota no treinador. O Benfica precisa de um treinador assertivo e convicto nas suas ideias e opções, mas precisa, igualmente, de remodelar a sua estrutura. O falhanço de Rui Vitória é também o falhanço da estrutura. E, sendo o falhanço da estrutura que Vieira criou, é também o falhanço de Vieira. Há papéis que não se entendem, há papéis que se acumulam e chocam, às tantas é o fim da papelada. A estrutura do Benfica, de tanto querer, de tanto querer fazer e comandar, estoirou. Vieira tem uma componente de ‘político’, mas está a faltar-lhe a capacidade de fazer a ‘leitura política’ para onde levou o Benfica ou deixou que levassem o Benfica. Este ‘governo’ já deveria ter sido remodelado. Não o fazê-lo pode ser sinal de que já está demasiado aprisionado à estrutura que criou e que, neste momento, já pode estar a estrangulá-lo, numa espécie de ‘abraço de jibóia’. Nunca se deve confiar totalmente na jibóia.

Não sei se Vieira vai a tempo de desintoxicar o Benfica, isto é, eliminar os produtos tóxicos que, sobretudo a nível da comunicação, estão a dar cabo da imagem da instituição. Não o fazer, contudo, pode levar á consequência de se achar que, afinal, o principal produto tóxico é ele, Vieira. E isso choca com tudo aquilo que de bom conseguiu fazer.

Bardamerda para a maioria dos analistas

  Ansioso para ler e ver o que tem a dizer os 'cientistas da bola', depois de anteontem o Barcelona ter 'empacotado' 8 batat...